Cidade Maravilhosa


Ai de ti, Copacabana! Ai de ti, Cidade Maravilhosa! 445 anos e, há algo a ser comemorado? A celebração será em meio ao caos? A festa será na pobreza de seus morros?
Não! A comemoração será no coração de cada um que palmilha seus cansados pés por seu solo ensolarado, aliás, poética e eternamente ensolarado.
Ai, que coisa mais linda, mais cheia de graça, ver as pessoas contemplando os ares dessa cidade, a sublime “urbis” de muitos taxistas, turistas, músicos, poetas, escritores, pintores, escultores, professores, entre outros moradores, que, aqui se fizeram adoradores desta cidade.
São as águas de março, aquele choro silencioso pós-carnaval, a leve melancolia que sopra da Urca e me faz suspirar (entre sorrisos) esperanças no Leblon.
A minha alma está armada e vou descarregar rajadas de amor e fé por todos os seus cantos – oh!, Cidade Maravilhosa.
Oh!, meu Jardim Botânico-primaveril, meu Cristo Redentor de cabeceira.
Rio, 2016? Aqui estou!

Comentários

Denise Bomfim disse…
Salam, Irmão do Oriente!
Tem certeza de que vc não é carioca?
Tem certeza de que vc não vive no Rio?
Parece que a cidade faz parte do seu olhar ou do seu coração.
Agradeço seu poema, pois aqui surgi e resido e torço para que a cidade consiga fazer um "Dhikr" e se transmutar em harmonia...

Tudo bem que alguns metafísicos afirmam ter harmonia dentro do caos, porém, até esta às vezes nos falta por aqui...os tiros...os esquecidos...os desaparecidos...e a lamentável hipocrisia dos políticos.

Um raio de sol ao seu coração de poeta!
Subhana Allah!

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